
“Goodbye and thanks for all that fishs!!!”
Um fim de semana, cinco filmes.
Na sexta de noite, fui com o Eduardo no Rio Sul pra comprarmos meu presente de dia dos Namorados (o dele já estava comprado há praticamente uma semana) e aproveitamos pra assistir “O Guia do Mochileiro das Galáxias”. MUITO engraçado. Completamente sem noção, mas muito engraçado. Principalmente o Marvin, aquele robô que, segundo uma descrição que me deram, é uma mistura de C3PO com o Hardy, aquela hiena que reclamava de tudo. Tá pra nascer – ou ser construído – robô mais depressivo que o Marvin. E o fato da voz dele ser a do Alan Rickman foi ótima... aliás tem mais duas pessoas de Simplesmente Amor no filme: o próprio mochileiro, que é aquele carinha que fazia filme pornô com a loirinha, e o Bill Nighy, aquele cantor fracassado. Me deu até vontade ver o filme de novo... hehehe...
No sábado teve sessão de filme na casa da Dani. Casa nova da Dani, muito bonita e bem decorada aliás. O quarto dela tá LINDO. Tanto as almofadas quanto a cortina (de borboletas)... o quarto todo. Foi divertido rever o pessoal, fazer bagunça, zoar a Aninha, e ver os filmes em si. Assistimos “IT – uma obra prima do medo” e “A vida de Brian (Monty Python)”. O segundo eu já tinha visto, gostei de ver e rir de novo. Do primeiro eu esperava mais, talvez por me dizerem que o livro é bom. O filme é toscaço. Talvez nos anos 80 ele desse medo, mas eu não senti nenhum. E olha que sou cagona pra burro. Depois dos filmes ficamos jogando conversa fora um tempão. Aí minha dor de cabeça aumentou demais e eu fiquei enroscada cochilando. E soube que em algum momento durante a madrugada um climinha que já estava rolando desde a viagem (o interesse sei que estava rolando de uma das partes desde bem antes) se concretizou, e fiquei MUITO feliz, porque ambos são pessoas muito legais, e torço pelos dois, pra que dê certo.
No domingo morguei o dia todo. A única coisa que fiz foi botar a roupa na máquina pra lavar. Fiquei vendo filme com o Du e escrevendo carta até quase meia noite, quando fui pra casa. Assisti “Brilho Eterno de uma mente sem lembranças” e “Moulin Rouge”. Gostei mais de Moulin Rouge vendo ontem do que da primeira vez que assisti. Ainda acho musical meio chato, mas até que o filme é legal. E quanto a Brilho Eterno... putz, o filme é lindo. Eu assisti com várias prevenções, por causa do Jim Carrey – os papéis habituais dele personificam justamente o tipo de comédia que detesto – e me surpreendi. Nem parece ele. O único momento em que vislumbramos o Jim Carrey tradicional é no momento em que ele regride pras memórias infantis e tá de pijama chorando embaixo da mesa. Aí até aparecem as caras e bocas normais dele. Fora isso, ele tá soberbo. A Kate Winslet também tá muito bem. E com 10 minutos de filme eu entendi por que a Claudia se identificou tanto com a Clementine. Realmente tem muito a ver. E algumas coisas no filme me fizeram pensar em coisas da minha vida, e já me deram assunto pra discutir com a psicóloga hoje – se eu conseguir sair daqui a tempo de ir... tomara né?
Bom, vou ficando por aqui, porque além de postar ainda tenho que fazer um monte de coisas, depois vou pro prédio central da CEF oferecer empréstimo de consignação pros colegas depois vou almoçar depois vou pro caixa tirar horário de almoço do pessoal depois vou terminar minhas coisas aqui e ver se dá tempo de sair correndo até as 17:15 pra ir na sessão com a psicóloga...
Postado Por:
Laurelin Corsets às 6/13/2005 10:45:00 AM