Benditos sejam os feriados. E benditos sejam os bancos que não trabalham nos feriados. E mais bendita ainda seja a minha sorte de ter passado no concurso da CEF, mesmo dopada de sono quando fiz a prova. E mais bendita ainda seja a Copacabana Design, que permitiu ao meu amore emendar o feriado e vir pra cá.
Relato básico do fim de semana prolongado:
Sexta: Sai a notícia de que o Eduardo realmente vem, e que vem de carro com um colega dele que vinha visitar a mãe. Sai também a notícia de que a Bel conseguiu os ingressos de cortesia pra Carmina Burana – pra sexta feira! Deixa explicar: duas apresentações de Carmina Burana no Palácio das Artes, sábado e domingo. Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico do PA, Coral Infanto Juvenil do PA e solistas Silvia Klein, Eduardo Itaborahy e José Carlos Leal. Acham que eu ia perder? Resultado: saí do banco 16:00, corri em casa, botei meia dúzia de peças de roupa na mochila, comi e zarpei. 17:00 tava no buzu pra BH. Cheguei na casa da Bel, abracei a Lúthien um monte (cara, que saudade que eu fiquei dela nessa semana q ela ficou na Bel), que agora está devidamente castrada, me arrumei e fiquei esperando a Bel chegar. O trânsito tava uma merda, chegamos quase atrasadas – foi a gente chegar, a luz apagou. Mas valeu a pena, foi fodíssimo. Chegamos em casa, falamos merda até quase meia noite e fomos dormir.
Sábado: Saí de casa por volta de 09:00 pra correr atrás do tecido pra mama fazer meu vestido. Foi uma odisséia. Quando eu achava um tecido que eu gostava era transparente, e quando achava um opaco, eu não gostava da estampa. Aí achei um no Varejão das Fábricas, numa banca de retalhões, que era opaco, eu gostei da padronagem e tinha EXATAMENTE a quantia de tecido que eu precisava. Bizarro. Daí fui no Mercado Central comprar 2 litros de pimenta Malagueta pra mandar pra Dona Vanda e depois fiquei fazendo hora sentada no banquinho da praça 7 até o Eduardo me ligar dizendo que tinha chegado. Fui buscá-lo na esquina da Afonso Penna com a Carandaí, fomos pra casa da Bel, arrumei uma pizza pra ele comer, e ele dormiu que nem um anjinho. A Bel chegou da massagem, fomos no Extra (comprei minha torradeira!!!) e mais tarde ela nos levou no metrô. Foi lindo, eu e o Du parecendo dois sacoleiros. Ele com a mochila de viagem, uma sacola que a Bel me emprestou pra colocar minhas compras e a sacola da Torradeira. Eu com a mochila, uma sacola pequena com a fruteira que a Bel me deu e a gaiola da gata. Chegamos sem atropelos a Esmerroça – se costas e braços doendo não contarem. E o mau humor homérico em que eu estava. Tava cansada, com dor de cabeça, calor, suada e preocupada com a Lúlis na viagem. Mas cheguei, tomei um banho, lanchamos e me senti um ser humano novamente.
Domingo: acordamos meio dia, fomos no supermercado comprar coisinhas pra rangar e morgamos o dia todo. Ô delícia. Eduardo fazendo algumas manutenções básicas no micro, tipo scandisk, passar desfragmentador – coisa que nunca foi feita – e baixando umas coisas.
Segunda: chovendo, friozinho, eu com meu cobertor de orelha em casa e tive que ir trabalhar. Pra quê? Pra chegar no banco e ouvir do Gerente "ué, vc veio? Eu esqueci de te avisar que podia emendar e compensar depois?" Gente, eu só não voei no pescoço dele porque ele é muito gente fina. Aí respondi que eu deixava pra pegar a folga dia 01/11 pra emendar Finados. Aí ele vira pra mim e "ah, não sei, é começo de mês..." e depois vira e fala "acho que vc tá enganada, Finados não é nacional, a gente trabalha normal". Ah, quem me conhece sabe que se eu tenho certeza de uma coisa, eu vou às últimas consequências pra provar que tou certa. Então... fucei na Net até achar o número do Decreto Lei que transformou Finados em Feriado Nacional - pra quem tiver interesse, Lei 10.607 de 19/12/2004, publicada no DOU em 20/12/2002 – e mostrei pra ele que é feriado. Ele disse que "depois a gente conversa". Vamos esperar.
Terça: Hmmm... mais um dia passado morgando, comendo bolo, namorando, brincando com a Lúlis, fazendo alterações no pc... mas a novela foi de noite. Vir a Esmerroça tá sendo cada vez mais uma aventura pro Eduardo. A gente costuma sair daqui lá pelas 19:00, mas ontem ele sugeriu da gente sair mais cedo e pegar um cineminha em BH. Beleza, nos arrumamos e fomos pro ponto a tempo de pegar o de 17:30. Não passou. Tudo bem, cinema já era, mas pegaríamos o de 18:15, poderíamos ir pra casa da Bel ver o DVD dos Bee Gees. Também não passou. Quando era 19:10 e o das 19:00 também não tinha passado, o ponto lotado, começamos a ficar preocupados. Tinha mais uma guria que precisava estar em BH às nove da noite pra viajar, combinamos com ela e rachamos um táxi até Contagem. Tou puta da cara com a Viação Novo Retiro, não sei se pretendo escrever pra lá ou mandar uma pedra na janela da casa do prefeito com um bilhete pra ele melhorar a situação dos ônibus daqui. Podia ser a primeira promessa de campanha pra ele cumprir...
Que mais... Tou pensando em ir pro Rio duas semanas seguidas se tiver grana, no fim do mês...
Dia 27 sai a lista de vagas remanescentes da Ufmg.. eu tava meio com medo e tal, mas conversei bastante com o Eduardo esse fim de semana, tou mais tranquila... e torcendo pra dar certo. Se der, ao menos saio de Esmerroça e vou morar na civilização. E andei pensando, caso não consiga UFMG, quem sabe a PUC, com um crédito educativo pra pagar no fim do curso (porque se eu tiver que pagar agora, vou ter que morar debaixo da ponte)...
Andei lendo o Blog da Carol Pacievitch esses dias... ela falando da (ridícula) night pontagrossense... me deu uma saudade... Ah, Carol, Pub Underground. Ao menos dá pra dar risada dos moiado que vomitam no cantinho do palco e ouvir metal.
Falar em PG, ajudei o Zé a botar template no blog dele. HTML é definitivamente um saco. Visitem:
www.ryuserge.weblogger.com.br. (preciso editar os links do meu template).
Bom, continuando no esquema de Blog que vira Flog, mais uma foto daquela minha "sessão book".
NÃO, EU NÃO FUMO (mais). O cigarro era da Clau, foi só pra dar efeito na foto.
O Du escaneou a foto do casamento da minha mãe pra mim, vou hospedar e postar aqui também.
Eu quero a minha digital e os filhos da puta do Sindicato dos Bancários e da Fenaban não conseguem chegar a um acordo pra decidir a porra do aumento. Eu quero minha PLR. E preciso pagar minha mãe. Talvez com o trêzimo salário, se não for sair PLR. E isso vai me impedir de tentar tirar carteira. Ai deus. E comecei a comprar presente de natal pros meus povos familiares. Ainda em dúvida sobre o que eu e o Du vamos fazer no Natal. Deixa eu preocupar quando chegar lá.
Um dia de cada vez.
Postado Por:
Laurelin Corsets às 10/13/2004 10:32:00 AM