Caramba... um fim de semana inteiro sem postar - tá, na verdade não aconteceu quase nada, massssss...
Na verdade sábado eu tinha escrito o post, mas meu querido amado idolatrado salve salve micro resolveu não deixar nem o w.bloggar nem o internet explorer funcionar, então...
bom, na sexta eu saí do trampo e fui encontrar com a Clau. Tava num puta cansaço, precisando lavar o aquário do Túrin, mas fui encontrar com ela no Lopes, porque SABIA que ela tava precisando. A Ryoko baixou feio, tive que segurar pra num dar uma bronca nela ali mesmo. Aí fomos pra casa dela, enquanto eu fazia pipoca ela colocou o CD do Sentenced e deu a crise Diego Coura que era pra ter dado há um mês. Eu não tava pra consoladora dessa vez e não passei a mão na cabeça, pelo contrário, falei merda, disse que não adiantava nada ela ter pena de si mesma, ela se culpar por algo que era culpa dele, ela ter aquele comportamento auto-destrutivo tão típico dela. Acho que ela não gostou muito, pelos comentários que fez no blog dela. Se não tiver gostado e não quiser que eu fale mais nada, é só dizer. Eu consigo (tá, concordo que vai ser bravo) colocá-la na mesma categoria de Diego Denck, Débora, Odilon etc. Não dar mais palpite. Mas é ela quem pede, então aguente. Nem sempre eu gosto do que ela me fala, mas aceito porque ela é minha consciência nº1 (o Aurélio é a nº 2) e sabe disso. Sim, eu tou chateada com o que ela escreveu. Se eu critico é porque ela me deu essa liberdade.
Aí na sexta fiquei da meia noite até três da manhã com o Du na net. Ele tinha que acordar cedo pra ir pra Petrópolis mas ficamos assim mesmo... acho que poderia ficar dias conversando com ele via net ou fone e a gente inda teria assunto.. Aí acordei dez horas no sábado, fui no mercado, no correio (a carta da Ahrdarah e da Kementari não tão lá... :cry:), lavei o aquário do Túrin e fiquei me enrolando... escrevi a carta da Alme e mais uma tosquice absurdamente adolescente - mas ficou engraçada - pro Du. De tarde fiquei lendo, o sono bateu, dormi das 4 até as 7 da noite. Acordei com o Rafinha me ligando, perguntando se eu ia no Jiraiya. Não fui, apesar de ter prometido que ia. Além de estar numa puta preguiça e sem saco pra gastar R$3,20 indo até lá pra ficar duas ou três horas. E sinceramente não tava com saco pro Rafa. Aí quando foi umas nove e pouca, dez, entrei na net, o Du não estava, conversei um pouquinho com o TT1. Liguei pro Du, pra combinar com ele de ligar depois da meia noite. Liguei e tals... conversamos até duas horas... bom demais... fui dormir bem felizinha da vida.
Acordei 10:00 no domingo com minha mãe ligando - é, milagres acontecem. Ela tinha me ligado na sexta, maciazinha... pediu desculpa por segunda e tals.. mas aí ontem ela me ligou pra convidar pra almoçar. Eu pensei durante dez segundos se valia a pena ou não e decidi que não tinha nada a perder. E fui. Encontramos no Palladium, comemos no China Master e conversamos das 2 até umas seis. Falamos de coisas que nunca tínhamos falado até então, tipo a briga, minha saída e tals.. o clima ficou consideravelmente melhor... bom, até a próxima briga né? Já acostumei o suficiente com as piras dela pra saber que isso não vai durar. Não, não tou sendo pessimista, só realista.
De noite eu fiquei um pouquinho na net, enquanto meu micro colaborou, ele tava absurdamente temperamental, aí perdi a paciência - mesmo porque já tava quase na hora da Rita chegar e eu tinha que liberar o fone pro Junior ligar. Mas tá valendo... fiquei lendo um pouquinho do livro do Delumeau - que resolvi ler de novo, isso pq ainda não acabei o Brasil Nunca Mais - até dar sono... deitei e fiquei lembrando de duas semanas atrás àquela mesma hora... :)
Aí hoje acordei, morrendo de vontade dormir de novo - pra variar - e me arranquei pra cá... a Aline voltou de férias, viemos conversando no buzão... ela disse que chorou que nem criança no show do Iron... eu entendo isso, pq chorei no do Helloween também... aliás, ontem ouvi um monte de Helloween...
Relembrando o meu saudoso Poço dos Desejos - da época que o Fórum Valinor ainda prestava...
*moeda*
*moeda*
*moeda*
*moeda* (pra vários pedidos)
Poço, faça com que o Du não precise trabalhar no carnaval, o Fingolfin venha pra CTBA pro Du vir de carona com ele, e que eu tbm num precise trabalhar ao menos na Terça de carnaval. A quarta moeda é de brinde.
Ah, como eu tinha prometido colocar nesse blog algo além das merdas que eu penso, vai A Torcida da Sua Vida, atribuído ao Carlos Drummond de Andrade, como texto pra abrir a semana.
Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito. Daí continuaram torcendo... Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra , pelo primeiro passo. O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então? E, de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer. Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel. Torcia o nariz para o quiabo e a escarola. Mas torcia por hambúrguer e refrigerante. Começou a torcer até para um time. Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano. Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão. Eles também estavam torcendo para você ser bacana. Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido. Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir. E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso. Depois começou a torcer pela sua liberdade. Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua. Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa. Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais. Todo mundo queria era torcer o seu pescoço. Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro. Torceu para ser médico, músico, advogado... Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol. Seus pais torciam para passar logo essa fase. No dia do vestibular, uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você. Na faculdade, então, era torcida pra todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina. E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para 'ela'... Primeiro, torceu para ela não ter outro. Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro. Descobriu que ela torcia igual a você. E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho. Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de lua-de-mel. E, daí pra frente, você entendeu que a vida é uma grande torcida. Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele. Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas. Mas muita gente ainda torce por você!!!Lindo né?
Postado Por:
Laurelin Corsets às 2/02/2004 09:33:00 AM